terça-feira, 11 de janeiro de 2011

“A Enfermeira pervertida” Part. II


(...) ele lambe, chupa e mama com sede o dedo médio e os néctares de sua Dona. Mas ela atinge-o com uma bofetada de mão aberta forte o suficiente para ele saber que o plantão SM da enfermeira pervertida começou.

Nas paredes da sala, acessórios de couro pendurados. Entre chicotes, flogs e velas de chamas amareladas, um quadro talhado em madeira tem um desenho divertido de um tapete de homens submissos e uma mulher superior que anda em cima deles e a inscrição: Lar, sado lar.
Próximo dali, o entardecer segue o rumo natural, com o sol a pôr-se e o ruído dos vizinhos a entrar e sair do prédio. A possibilidade de os vizinhos os ouvirem, na sala, excita-a.

A enfermeira golpeia o pênis meio mole meio duro do escravo com uma revista enrolada num tubo. As molas caem do seu corpo agitado e ela prende mais molas de madeira nos genitais e molas pequenas de metal nas coxas e mamilos. Ela afasta-se e observa-o, satisfeita pelo ornamento.

Retira duas velas grossas dos castiçais. Ele está de pé, pernas abertas e com as mãos na nuca. Ela pinga a cera quente no peito, cobrindo os mamilos do escravo de parafina vermelha. Manda-o inclinar-se para a frente e pinga gota a gota as suas costas e nádegas, a cera quente escorre nas costas, escorre nas nádegas.

Ela coloca as velas no lugar e ele se endireita. Enrola de novo a revista e acerta repetidas vezes nos genitais e mamilos do cachorro e nas restantes molas ate todas cairem. Por fim, ela segura o maxilar dele com a mão, aperta-o, abre-lhe a boca à força e cospe, como recompensa à obediência.

Ela afasta-se a dançar Hey Mr. Dj como se a sua sala fosse um club, como se aquela tarde fosse a melhor para se divertir e como se aquele cachorro fosse o que ele é, o escravo dela, submisso as suas vontades, fetiches e prazeres…

A enfermeira, de bata preta de látex, pega em morangos do frigorifico, esmaga alguns com os saltos no chão, mastiga outros e beija-o de língua sem engolir a fruta mastigada. Saliva e pedaços da fruta lambuzam ambos os rostos durante o beijo e vão descendo pelo pescoço dele. Ela lambe o que cai de baixo para cima, no peito dele, e cospe na sua boca. Ele engole.

Ela manda que ele se deite e rebole, lambuzando o corpo nos morangos esmagados. Ele o faz, de bruços esfrega-se no chão e Ela pisa-o, empurrando o seu corpo com o pé contra o chão. Ela mete a ponta do pé em sua boca e enfia os dedos, que entram com a ponta arredondada do calçado por baixo. Ela manda-o chupar os dedos do seu pé, e sugar cada gota de sumo dentro das unhas e do meio dos dedos com a língua, limpando-os um a um. Depois ele lambe a sola da sandalia e, por fim, ele chupa o tacão de 15cm como se fosse o melhor doce do mundo.

Ele faz tudo obedientemente, o que a faz sentir-se muito bem.

Ela manda-o ficar novamente de pé, com as pernas abertas e as mãos na nuca. Ela caminha pelos acessórios pendurados na parede e escolhe um flog curto, com muitas tiras de couro e fica em posição de frente para ele. Pernas meio abertas, postura bem erecta, uma espécie de mulher-maravilha ao modo de Quentin Tarantino. Ela lança o chicote no ar, o couro atinge a coxa dele uma vez, duas vezes, três vezes.

As línguas de couro do flog atingem as suas duas coxas contornando-as, enrolando-se nelas, marcando-as. Ele morde os dentes, treme, se contorce, geme, baba e perde a força das pernas por um segundo, fica firme de novo. E pede à sua Dona:

– Mais, minha Senhora. Mais, por favor.
– Porque é que mereces ser punido, escravo?
– Porque a Senhora gosta.
(Continua)…


(Adaptado de Doutor Lau)

2 comentários:

bound[PL] disse...

delicioso :)))

Belo "conto" de ouvir antes de ser anestesiado por aquela Enfermeira tao doce que nos espera... ;p

S & L

Anónimo disse...

You guys, know how to have serious fun! That´s why I love you even more!

Please, please, pretty please tells us more! We are all Pervs, share the kink!


MPslave!