quinta-feira, 22 de setembro de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Lai Kingdomme ♥ 3th Birthday
...3 years with a lot of strange, wonderful and simply ours ...Spank & Love
There'll be times
When my crimes
Will seem almost unforgivable
I give in to sin
Because you have to make this life liveable
But when you think I've had enough
From your sea of love
I'll take more than another riverfull
Yes, and I'll make it all worthwhile
I'll make your heart smile
Strangelove
Strange highs and strange lows
Strangelove
That's how my love goes
Strangelove
Will you give it to me
Will you take the pain
I will give to you
Again and again
And will you return it
There'll be days
When I'll stray
I may appear to be
Constantly out of reach
I give in to sin
Because I like to practice what I preach
I'm not trying to say
I'll have it all my way
I'm always willing to learn
When you've got something to teach
And I'll make it all worthwhile
I'll make your heart smile
Pain will you return it
I'll say it again -- pain
Pain will you return it
I won't say it again
Strangelove
Strange highs and strange lows
Strangelove
That's how my love goes
Strangelove
Will you give it to me
I give in
Again and again
I give in
Will you give it to me
I give in
I'll say it again
I give in
(so me lembrava de depeche mode hoje de manha ;) )
There'll be times
When my crimes
Will seem almost unforgivable
I give in to sin
Because you have to make this life liveable
But when you think I've had enough
From your sea of love
I'll take more than another riverfull
Yes, and I'll make it all worthwhile
I'll make your heart smile
Strangelove
Strange highs and strange lows
Strangelove
That's how my love goes
Strangelove
Will you give it to me
Will you take the pain
I will give to you
Again and again
And will you return it
There'll be days
When I'll stray
I may appear to be
Constantly out of reach
I give in to sin
Because I like to practice what I preach
I'm not trying to say
I'll have it all my way
I'm always willing to learn
When you've got something to teach
And I'll make it all worthwhile
I'll make your heart smile
Pain will you return it
I'll say it again -- pain
Pain will you return it
I won't say it again
Strangelove
Strange highs and strange lows
Strangelove
That's how my love goes
Strangelove
Will you give it to me
I give in
Again and again
I give in
Will you give it to me
I give in
I'll say it again
I give in
(so me lembrava de depeche mode hoje de manha ;) )
....e va la ontem o aniversário começou com
(mas não vamos falar disso) :P .:.Parabéns a nós, meu cachorrinho (sempre).:.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Fora do Reino: Barcelona Fetish Weekend
“A Enfermeira pervertida” Part. II

(...) ele lambe, chupa e mama com sede o dedo médio e os néctares de sua Dona. Mas ela atinge-o com uma bofetada de mão aberta forte o suficiente para ele saber que o plantão SM da enfermeira pervertida começou.
Nas paredes da sala, acessórios de couro pendurados. Entre chicotes, flogs e velas de chamas amareladas, um quadro talhado em madeira tem um desenho divertido de um tapete de homens submissos e uma mulher superior que anda em cima deles e a inscrição: Lar, sado lar.
Próximo dali, o entardecer segue o rumo natural, com o sol a pôr-se e o ruído dos vizinhos a entrar e sair do prédio. A possibilidade de os vizinhos os ouvirem, na sala, excita-a.
A enfermeira golpeia o pênis meio mole meio duro do escravo com uma revista enrolada num tubo. As molas caem do seu corpo agitado e ela prende mais molas de madeira nos genitais e molas pequenas de metal nas coxas e mamilos. Ela afasta-se e observa-o, satisfeita pelo ornamento.
Retira duas velas grossas dos castiçais. Ele está de pé, pernas abertas e com as mãos na nuca. Ela pinga a cera quente no peito, cobrindo os mamilos do escravo de parafina vermelha. Manda-o inclinar-se para a frente e pinga gota a gota as suas costas e nádegas, a cera quente escorre nas costas, escorre nas nádegas.
Nas paredes da sala, acessórios de couro pendurados. Entre chicotes, flogs e velas de chamas amareladas, um quadro talhado em madeira tem um desenho divertido de um tapete de homens submissos e uma mulher superior que anda em cima deles e a inscrição: Lar, sado lar.
Próximo dali, o entardecer segue o rumo natural, com o sol a pôr-se e o ruído dos vizinhos a entrar e sair do prédio. A possibilidade de os vizinhos os ouvirem, na sala, excita-a.
A enfermeira golpeia o pênis meio mole meio duro do escravo com uma revista enrolada num tubo. As molas caem do seu corpo agitado e ela prende mais molas de madeira nos genitais e molas pequenas de metal nas coxas e mamilos. Ela afasta-se e observa-o, satisfeita pelo ornamento.
Retira duas velas grossas dos castiçais. Ele está de pé, pernas abertas e com as mãos na nuca. Ela pinga a cera quente no peito, cobrindo os mamilos do escravo de parafina vermelha. Manda-o inclinar-se para a frente e pinga gota a gota as suas costas e nádegas, a cera quente escorre nas costas, escorre nas nádegas.
Ela coloca as velas no lugar e ele se endireita. Enrola de novo a revista e acerta repetidas vezes nos genitais e mamilos do cachorro e nas restantes molas ate todas cairem. Por fim, ela segura o maxilar dele com a mão, aperta-o, abre-lhe a boca à força e cospe, como recompensa à obediência.
Ela afasta-se a dançar Hey Mr. Dj como se a sua sala fosse um club, como se aquela tarde fosse a melhor para se divertir e como se aquele cachorro fosse o que ele é, o escravo dela, submisso as suas vontades, fetiches e prazeres…
A enfermeira, de bata preta de látex, pega em morangos do frigorifico, esmaga alguns com os saltos no chão, mastiga outros e beija-o de língua sem engolir a fruta mastigada. Saliva e pedaços da fruta lambuzam ambos os rostos durante o beijo e vão descendo pelo pescoço dele. Ela lambe o que cai de baixo para cima, no peito dele, e cospe na sua boca. Ele engole.
Ela manda que ele se deite e rebole, lambuzando o corpo nos morangos esmagados. Ele o faz, de bruços esfrega-se no chão e Ela pisa-o, empurrando o seu corpo com o pé contra o chão. Ela mete a ponta do pé em sua boca e enfia os dedos, que entram com a ponta arredondada do calçado por baixo. Ela manda-o chupar os dedos do seu pé, e sugar cada gota de sumo dentro das unhas e do meio dos dedos com a língua, limpando-os um a um. Depois ele lambe a sola da sandalia e, por fim, ele chupa o tacão de 15cm como se fosse o melhor doce do mundo.
Ele faz tudo obedientemente, o que a faz sentir-se muito bem.
Ela manda-o ficar novamente de pé, com as pernas abertas e as mãos na nuca. Ela caminha pelos acessórios pendurados na parede e escolhe um flog curto, com muitas tiras de couro e fica em posição de frente para ele. Pernas meio abertas, postura bem erecta, uma espécie de mulher-maravilha ao modo de Quentin Tarantino. Ela lança o chicote no ar, o couro atinge a coxa dele uma vez, duas vezes, três vezes.
As línguas de couro do flog atingem as suas duas coxas contornando-as, enrolando-se nelas, marcando-as. Ele morde os dentes, treme, se contorce, geme, baba e perde a força das pernas por um segundo, fica firme de novo. E pede à sua Dona:
– Mais, minha Senhora. Mais, por favor.
– Porque é que mereces ser punido, escravo?
– Porque a Senhora gosta.
(Continua)…
(Adaptado de Doutor Lau)
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Ano Novo Vida "Renovada" no Reino Lai ;): “A Enfermeira pervertida” Part. I

O ano velho ficou para trás, com muitas coisas realmente más que me tiraram tempo e cabeça para o blog…mas a vida continua e com o cachorrinho aos meus pés só pode melhorar :D!
Como tal, vou tentar recuperar este cantinho voltando a postar sobre as coisas que penso, vivo ou que adorava que acontecessem no Reino Lai.
Por algumas semelhanças no trato achei por bem publicar este conto, que adorei (adaptado, que me desculpe o autor ;))
“A Enfermeira pervertida”
Bia, a enfermeira pervertida, caminha em direcção ao escravo, os passos embalados, dançando de um modo sinistro no corredor iluminado por velas coloridas. Os saltos altos ecoam no chão rústico. Nua, além dos saltos altos, ela só usa um colar com um pendente da cruz vermelha no pescoço e a bata preta de látex brilhante, uma versão mórbida da bata branca usada no hospital, que esvoaça aberta, exibindo as formas tatuadas de seu corpo cor de leite. Da sala vem um refrão batido, sexy, numa voz erótica, o sussurro cantado de Love Profusion que ela acompanha, imitando a voz de Madona:
– I got you… under my skin. I got you... under my skin.
– I got you... under my skin. I got you… under my skin.
Um homem acocorado, de joelhos, ergue a cabeça. De mordaça na boca, morde o couro e arfa. A boca dele está seca mas, ainda assim, ele baba pelo canto da boca que o couro mantém aberta. O fio de saliva que estica da boca, pinga do queixo e empossa no chão. As mãos amarradas para trás, os testículos amarrados por fita adesiva e a mesma fita preta nos tornozelos. De coleira no pescoço, ele arfa o corpo nu, curvo como um animal, como o cachorro pálido que ela abusa em sua casa, humilhando-o, usando-o, dominando-o do modo como quiser. Por mais degradante, imoral ou desumano que pareça, foi assim acertada a relação entre eles.
Ele a vê e o seu coração acelera, o seu pénis tenta enrijecer, mas lateja amarrado pela fita adesiva. Ele geme, lembrando-se de quando se conheceram na internet e trocaram o contacto de e-mail. Ela no início dominava-o pelo Messenger. Certa vez, ele estava no trabalho, ela o instruiu a levantar-se, ir ao wc, tirar os boxers e voltar para a secretária, ele sentou-se entre as 3 mulheres e 1 homem que trabalhavam na mesma sala. E ali ele trabalhou o mais natural que pode, esforçando-se para não ficar excitado, pois seria muito constrangedor. No fim da tarde, foi autorizado a vestir os boxers antes de ir embora.
– Estas feliz por me ver, cachorrinho? Abana o rabo – ela diz. Firme. Ele faz o que pode para obedecer.
A enfermeira aproxima-se, pára e observa-o, de lábios fechados, séria e dura. Sombra nos olhos e lábios brancos ao natural. Os saltos altos e uma serpente gótica, sinistra e roxa tatuada em ondas serpenteia seu corpo cor de leite. A víbora guarda o seu veneno. O corpo, para ela, é algo que deve ser blasfemado por prazer ao abuso físico e moral. Elas mandam e eles obedecem. Ela realiza-se com extraordinário prazer ao dominar um homem, ao pisar um submisso acarinhando a sua cara com a sola de seus pés sujos. É assim que deve ser. A luxúria é o poder das mulheres, o poder de condenar os homens a servos do corpo delas, e só a humilhação pode absolvê-los no prazer de servir em submissão.
Ela observa o seu escravo, satisfeita. Ele viajou mais de 300km para estar ali, submisso à depravação Dela. Como obcjeto sexual apenas Dela. Ser dona da vontade de um homem a ponto dele ser o seu escravo proporciona um prazer imenso, ela pensa. Aqui ele não pensa, nem se veste.
Ainda no corredor ela pensa apenas por tesão sm e decide o que fazer como ele. Como seu homem e seu brinquedo, ele sente apenas o que a sua dona permite. E ela humilha-o e magoa-o como e se quiser, pois assim foi o que ambos combinaram.
A enfermeira dobra o quadril, sobre a zona ainda vermelha da fita adesiva recentemente descolada da pele. A musica continua e a Ela rebola suavemente, numa dança erótica para o seu escravo amarrado. Ela faz sinal de “foda-se” para ele com o dedo médio em riste, então chupa o dedo médio e ginga de leve o quadril, toca-se e vai-se baixando aos poucos diante do seu cachorrinho. Com a outra mão, Ela solta a mordaça da boca do cão, tira o dedo médio melado da vagina e o enfia na boca dele, sempre com um riso de desprezo.
Ela relaxa apenas do stress do trabalho de uma forma pouco convencional…. “
(Continua) ;)
(Adaptado de Doutor Lau)
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